A relação entre doenças periodontais e fatores psicológicos

Uma rotina estressante, por exemplo, pode levar a uma higiene bucal deficiente e uma dieta desregrada, o que afeta a saúde dos dentes

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão é a desordem mental mais comum entre as pessoas e, ao todo, 300 milhões de indivíduos são afetados por ela ao redor do mundo. Por outro lado, nas grandes cidades, a rotina estressante também surge como vilã para o aparecimento de doenças periodontais.

É importante, antes de tudo, caracterizar a periodontite. Trata-se da infecção dos ligamentos e ossos, além das gengivas, que dão suporte aos dentes. Na idade adulta, a periodontite é um fator comum que causa a perda dentária.

O estresse, por exemplo, é responsável por produzir em nosso corpo substâncias nocivas e que podem provocar um quadro de infecção bucal. Substâncias importantes, como o cortisol, fortalecem a ação inflamatória e prejudicam o sistema imunológico – o que pode desencadear um quadro clínico ainda mais sério.

Uma dieta rica em carboidratos – que se tornam açúcares dentro do corpo – contribui para a formação da placa bacteriana. Atrelado a uma dieta inadequada, uma higiene bucal mal feita também propicia o acúmulo de bactérias na superfície dos dentes.

Maus costumes, como a ingestão de bebida alcoólica e o tabagismo, podem agravar a situação e são ainda mais comuns em quadros de desequilíbrio emocional. Transtornos de ansiedade, pânico ou até mesmo o estresse perpetuam uma rotina desregrada.

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